Com R$ 300, ela criou uma marca de acessórios hippies que chegou a faturar R$ 11 mil em um dia

Dani Lima criou a Nega Lora Acessórios em Belo Horizonte, que hoje tem produção própria e loja física

Dani Lima começou com uma barraca na Feira Hippie
Dani Lima começou com uma barraca na Feira Hippie — Foto: Reprodução/PEGN TV

Em Belo Horizonte (MG), a história de Dani Lima mostra como estilo, resiliência e criatividade podem se transformar em um negócio de impacto. Apaixonada por bijuterias desde a infância, a empreendedora realizou o sonho de abrir sua própria barraca na tradicional Feira Hippie da cidade e, a partir de um investimento de apenas R$ 300, construiu a marca Nega Lora Acessórios.

“Eu sempre amei acessórios. Quando passava pela feira, ainda criança, dizia para minha mãe: ‘Um dia quero ter uma barraca aqui’”, lembra Lima. O desejo de menina virou realidade e cresceu além do esperado.

Depois do sucesso da barraca, a marca conquistou espaço próprio. A primeira loja física nasceu da demanda de clientes que buscavam seus acessórios também durante a semana. Na pandemia, ela precisou fechar as portas, mas transformou a crise em oportunidade: “Nunca vendi tanto na vida. Chegamos a faturar R$ 11 mil em um único dia de vendas online”, conta.

Hoje, a Nega Lora Acessórios tem uma loja que reflete a identidade da fundadora. O atendimento vai além da venda: Lima oferece consultoria personalizada, indicando peças conforme o formato do rosto, corte de cabelo, tom de pele e até o decote usado pela cliente. “Quero que a pessoa saia daqui feliz e confiante. É isso que dá sentido ao meu trabalho”, afirma.

Nos fundos da loja funciona a fábrica própria, responsável por 80% da produção. Os outros 20% vêm de curadorias exclusivas, que passam por adaptação e acabamento para carregar o DNA da marca. Cada detalhe é pensado com cuidado, da tarraxa personalizada ao processo de banho que garante mais durabilidade às bijuterias.

Além de empreendedora, ela é estudante constante: investe em cursos e capacitações para aprimorar a experiência dos clientes e fortalecer a marca. E já planeja os próximos passos. “Quero abrir uma loja em Milão. Meu objetivo é que a Nega Lora seja referência internacional. O impossível pode até existir para os outros, mas não para mim”, conclui.

 

Fonte: Revista PEGN